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Dezembro, 2019

Liturgia
Diária

MISSA DA AURORA
(dia 25, terça-feira, de madrugada)
Hoje surgiu a luz para o mundo: o Senhor nasceu para nós. Ele será chamado admirável, Deus, Príncipe da paz, Pai do mundo novo, e o seu reino não terá fim (Is 9,2.6; Lc 1,33).
Ao amanhecer deste novo dia, celebremos com alegria a chegada do nosso Salvador. Jesus é a luz que brilha em meio às incertezas e dúvidas da humanidade. Deixemo-nos envolver por sua bondade e amor e vamos ao seu encontro.

Primeira Leitura: Isaías 62,11-12

Leitura do livro do profeta Isaías – 11Eis que o Senhor fez-se ouvir até as extremidades da terra: “Dizei à cidade de Sião: Eis que está chegando o teu salvador, com a recompensa já em suas mãos e o prêmio à sua disposição. 12O povo será chamado Povo santo, os Resgatados do Senhor; e tu terás por nome Desejada, Cidade não abandonada”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 96(97)

Brilha hoje uma luz sobre nós, / pois nasceu para nós o Senhor.
1. Deus é rei! Exulte a terra de alegria, / e as ilhas numerosas rejubilem! / E proclama o céu sua justiça, / todos os povos podem ver a sua glória. – R.
2. Uma luz já se levanta para os justos, / e a alegria para os retos corações. / Homens justos, alegrai-vos no Senhor, / celebrai e bendizei seu santo nome! – R.

Segunda Leitura: Tito 3,4-7

Leitura da carta de são Paulo a Tito – Caríssimo, 4manifestou-se a bondade de Deus, nosso salvador, e o seu amor pelos homens: 5ele salvou-nos não por causa dos atos de justiça que tivéssemos praticado, mas por sua misericórdia, quando renascemos e fomos renovados no batismo pelo Espírito Santo, 6que ele derramou abundantemente sobre nós por meio de nosso Salvador, Jesus Cristo. 7Justificados assim pela sua graça, nos tornamos, na esperança, herdeiros da vida eterna. – Palavra do Senhor.

Evangelho: Lucas 2,15-20

Aleluia, aleluia, aleluia.
Glória a Deus nos altos céus, / e paz na terra entre os homens, que ele ama. Aleluia (Lc 2,14). – R.
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – 15Quando os anjos se afastaram, voltando para o céu, os pastores disseram entre si: “Vamos a Belém ver este acontecimento que o Senhor nos revelou”. 16Os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado na manjedoura. 17Tendo-o visto, contaram o que lhes fora dito sobre o menino. 18E todos os que ouviram os pastores ficaram maravilhados com aquilo que contavam. 19Quanto a Maria, guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração. 20Os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, conforme lhes tinha sido dito. – Palavra da salvação.

Reflexão:

O prólogo do Evangelho de João, apresentado para a missa do dia de Natal, inicia da mesma forma que o Gênesis: no princípio. Isso nos dá a ideia de que, com a chegada do Messias, surge nova criação. O autor apresenta a Palavra existente desde antes da criação: ela estava junto a Deus, era o próprio Deus. Essa Palavra tem força criadora, tudo foi feito por meio dela. Há dois mil anos, essa Palavra se fez carne e habitou entre nós: fez-se gente como nós e nos revelou o Pai. Jesus é a imagem visível do Deus invisível (cf. Cl 1,15). Conhecendo a vida de Cristo, sua mensagem e suas opções, conheceremos o Pai de Jesus e de todos nós. A seguir, o evangelista apresenta a figura e a missão de João Batista, que veio preparar o caminho e apontar a chegada da Palavra. Ela é luz que dissipa as trevas, mas nem todos se dispuseram a acolhê-la, preferindo as trevas à luz. A celebração do Natal nos ensina que Deus não está mais distante e invisível, mas encontra-se encarnado entre nós. Ele é o Emanuel, o Deus sempre conosco. Aquele que era desconhecido tornou-se presente no meio de nós e se comunica com a humanidade.

(Dia a dia com o Evangelho 2019 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

 

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MISSA DO DIA (dia 25)
Um menino nasceu para nós: um filho nos foi dado! O poder repousa nos seus ombros. Ele será chamado “mensageiro do conselho de Deus” (Is 9,6).
Um menino nasceu para nós! Com nossos olhos, contemplamos e adoramos o portador da paz e da salvação, a luz que ilumina os caminhos da humanidade, dissipando as trevas. Exultantes celebremos o esplendor da glória do Pai, a Palavra que se fez carne e veio habitar em nosso meio.

Primeira Leitura: Isaías 52,7-10

Leitura do livro do profeta Isaías – 7Como são belos, andando sobre os montes, os pés de quem anuncia e prega a paz, de quem anuncia o bem e prega a salvação, e diz a Sião: “Reina teu Deus!” 8Ouve-se a voz de teus vigias, eles levantam a voz, estão exultantes de alegria, sabem que verão com os próprios olhos o Senhor voltar a Sião. 9Alegrai-vos e exultai ao mesmo tempo, ó ruínas de Jerusalém; o Senhor consolou seu povo e resgatou Jerusalém. 10O Senhor desnudou seu santo braço aos olhos de todas as nações; todos os confins da terra hão de ver a salvação que vem do nosso Deus. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 97(98)

Os confins do universo contemplaram / a salvação do nosso Deus.
1. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, / porque ele fez prodígios! / Sua mão e o seu braço forte e santo / alcançaram-lhe a vitória. – R.
2. O Senhor fez conhecer a salvação, / e às nações, sua justiça; / recordou o seu amor sempre fiel / pela casa de Israel. – R.
3. Os confins do universo contemplaram / a salvação do nosso Deus. / Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, / alegrai-vos e exultai! – R.
4. Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa / e da cítara suave! / Aclamai, com os clarins e as trombetas, / ao Senhor, o nosso rei! – R.

Segunda Leitura: Hebreus 1,1-6

Leitura da carta aos Hebreus – 1Muitas vezes e de muitos modos, falou Deus outrora aos nossos pais pelos profetas; 2nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho, a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também ele criou o universo. 3Este é o esplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser. Ele sustenta o universo com o poder de sua palavra. Tendo feito a purificação dos pecados, ele sentou-se à direita da majestade divina, nas alturas. 4Ele foi colocado tanto acima dos anjos quanto o nome que ele herdou supera o nome deles. 5De fato, a qual dos anjos Deus disse alguma vez: “Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei”? Ou ainda: “Eu serei para ele um Pai, e ele será para mim um filho”? 6Mas, quando faz entrar o Primogênito no mundo, Deus diz: “Todos os anjos devem adorá-lo!” – Palavra do Senhor.

Evangelho: João 1,1-18 ou 1-5.9-14

[A forma breve está entre colchetes.]

Aleluia, aleluia, aleluia.
Despontou o santo dia para nós: / ó nações, vinde adorar o Senhor Deus, / porque hoje grande luz brilhou na terra! – R.
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – [1No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. 2No princípio estava ela com Deus. 3Tudo foi feito por ela, e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. 4Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. 5E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la.] 6Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. 7Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. 8Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: 9daquele que [era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. 10A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela –, mas o mundo não quis conhecê-la. 11Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. 12Mas, a todos os que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, 13pois estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo. 14E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade.] 15Dele João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. 16De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. 17Pois por meio de Moisés foi dada a lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. 18A Deus ninguém jamais viu. Mas o unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer. – Palavra da salvação.

Reflexão:

O prólogo do Evangelho de João, apresentado para a missa do dia de Natal, inicia da mesma forma que o Gênesis: no princípio. Isso nos dá a ideia de que, com a chegada do Messias, surge nova criação. O autor apresenta a Palavra existente desde antes da criação: ela estava junto a Deus, era o próprio Deus. Essa Palavra tem força criadora, tudo foi feito por meio dela. Há dois mil anos, essa Palavra se fez carne e habitou entre nós: fez-se gente como nós e nos revelou o Pai. Jesus é a imagem visível do Deus invisível (cf. Cl 1,15). Conhecendo a vida de Cristo, sua mensagem e suas opções, conheceremos o Pai de Jesus e de todos nós. A seguir, o evangelista apresenta a figura e a missão de João Batista, que veio preparar o caminho e apontar a chegada da Palavra. Ela é luz que dissipa as trevas, mas nem todos se dispuseram a acolhê-la, preferindo as trevas à luz. A celebração do Natal nos ensina que Deus não está mais distante e invisível, mas encontra-se encarnado entre nós. Ele é o Emanuel, o Deus sempre conosco. Aquele que era desconhecido tornou-se presente no meio de nós e se comunica com a humanidade.

(Dia a dia com o Evangelho 2019 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

 

 

Fonte: Paulus